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segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Programa de Planeamento Nacional — O Novo Humanismo: A Economia ao Serviço da Pessoa e do Bem Comum.
1. Economia nacional
Problema: dependência externa, desigualdades e falta de planeamento de longo prazo.
Soluções:
Criar um plano nacional de desenvolvimento a 10–20 anos.
Apoiar a produção nacional e as pequenas e médias empresas.
Incentivar a inovação e a modernização tecnológica.
Reduzir dependências estratégicas do exterior.
Avaliar os investimentos públicos pelo seu impacto económico e social.
2. Saúde
Problema: pressão sobre os serviços de saúde e dificuldades de acesso.
Soluções:
Reforçar os cuidados de saúde primários.
Investir na prevenção.
Valorizar profissionais de saúde.
Reduzir tempos de espera.
Integrar saúde física, mental e social.
3. Educação
Problema: desigualdades no acesso e dificuldades de adaptação às novas necessidades.
Soluções:
Reforçar a formação profissional.
Aproximar escolas, universidades e empresas.
Desenvolver competências digitais e tecnológicas.
Valorizar artes, cultura, pensamento crítico e criatividade.
Garantir oportunidades de aprendizagem ao longo da vida.
4. Trabalho
Problema: precariedade, baixos rendimentos e desvalorização de algumas profissões.
Soluções:
Promover emprego estável e digno.
Valorizar salários de acordo com produtividade e custo de vida.
Apoiar a formação e reconversão profissional.
Incentivar empresas que criem emprego sustentável.
Combater abusos laborais.
5. Habitação
Problema: dificuldade de acesso a habitação adequada.
Soluções:
Aumentar a oferta de habitação acessível.
Recuperar edifícios devolutos.
Incentivar arrendamento de longa duração.
Apoiar jovens e famílias com maiores dificuldades.
Promover uma política de habitação pública e cooperativa.
6. Agricultura e alimentação
Problema: dependência de importações e abandono de áreas rurais.
Soluções:
Apoiar pequenos e médios produtores.
Incentivar agricultura sustentável.
Recuperar terrenos agrícolas abandonados.
Criar melhores canais entre produtor e consumidor.
Reforçar a produção alimentar nacional.
7. Indústria e energia
Problema: dependência energética e perda de capacidade produtiva.
Soluções:
Investir em energias renováveis.
Modernizar a indústria.
Incentivar produção tecnológica em Portugal.
Apoiar investigação e desenvolvimento.
Criar condições para empresas nacionais competirem internacionalmente.
8. Ambiente
Problema: alterações climáticas, desperdício e degradação dos recursos naturais.
Soluções:
Proteger água, florestas e biodiversidade.
Desenvolver economia circular.
Reduzir desperdício.
Melhorar transportes públicos.
Incentivar eficiência energética.
9. Cultura e desenvolvimento humano
Problema: a cultura é muitas vezes tratada como algo secundário.
Soluções:
Reconhecer a cultura como parte do desenvolvimento nacional.
Apoiar artistas e criadores.
Levar arte e cultura às comunidades.
Integrar arte, educação e inclusão social.
Criar espaços onde as pessoas possam expressar a sua criatividade.
Aqui entra muito diretamente a tua visão: a arte não é apenas decoração; pode ser instrumento de transformação, dignidade e reconstrução humana.
10. Ciência, tecnologia e Inteligência Artificial
Problema: Portugal pode ficar dependente de tecnologia produzida por outros países.
Soluções:
Investir em investigação científica.
Apoiar empresas tecnológicas nacionais.
Desenvolver competências em Inteligência Artificial.
Utilizar IA para melhorar saúde, educação, administração pública e produção.
Criar regras para que a tecnologia respeite a dignidade, a liberdade e os direitos humanos.
Princípio orientador
E aqui podemos ligar tudo ao teu Novo Humanismo:
A economia existe para servir a pessoa, e não a pessoa para servir a economia.
O Planeamento Nacional deveria procurar equilibrar:
Dignidade → Saúde → Educação → Trabalho → Habitação → Ambiente → Economia → Cultura → Tecnologia → Liberdade e Responsabilidade.
E o princípio final poderia ser:
“Produzir para viver, trabalhar para dignificar, desenvolver para partilhar e transformar sem perder a humanidade.”
Isto já começa a ter a estrutura de um verdadeiro documento de pensamento político, económico e social, e não apenas de umas notas soltas.
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