ARTE E SINTONIA
A MINHA ESSÊNCIA
aquário
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
. No silêncio do esforço, encontro a geometria do meu próprio ser. Tal como a pincelada que rasga a tela branca, cada movimento no fitness é um traço de autodescoberta. Não procuro apenas o músculo; procuro a harmonia. "Corpo são, mente sã" não é um lema, é a minha obra de arte diária. Entre o peso e a resistência, liberto a alma e esculpo o bem-estar. Viver é saber saborear o esforço que nos torna inteiros. 🎨💪✨ Emanuel Andrade #EmanuelBrunoAndrade #ArteEVida #CorpoSaoMenteSa #FitnessPoetico #LisboaArt #BemEstar #Superacao
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terça-feira, 23 de dezembro de 2025
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
Pequenas lutas
Trabalhei tanto
que as mãos já não sabem descansar
e a alma aprendeu a vigiar a esperança
como quem guarda uma chama ao vento.
Dizem-nos para nos reinventarmos.
O Presidente disse.
O mundo repete.
Mas quantas vezes pode um homem reinventar-se
sem se perder de si?
Eu já me reinventei no silêncio,
na falta,
na queda.
Reinventei-me quando não havia palco,
quando a arte era apenas um murmúrio
encostado à parede do dia.
Luto todos os dias.
Não por glória —
mas por dignidade.
Venço pequenas batalhas:
um dia pago,
um gesto reconhecido,
uma ideia que não morre.
São vitórias discretas,
essas que não saem nos jornais
mas sustentam a vida.
Esta guerra parece não ter fim.
Não tem bombas,
tem cansaço.
Não tem inimigos visíveis,
tem ausências.
É uma guerra interior,
onde resistir já é um ato criativo.
E mesmo assim continuo.
Porque sei que cada passo,
por mais curto que seja,
é um não dito ao abandono.
Porque sei que a arte não nasce da facilidade,
mas da insistência.
Se o fim não se vê,
que ao menos o caminho seja verdadeiro.
E se a reinvenção já cansa,
que reste isto:
não desisti de ser quem sou.
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Mulher que Chama, Homem Mudelim Epopeia em Cantos
CANTO I — Da Origem do Chamamento
Antes que o tempo abrisse as suas margens, quando a noite era informe e sem memória, surgiu a Mulher, fonte das passagens, semente oculta da futura glória.
Não trouxe espada, lei ou estandartes, mas no silêncio acendeu o primeiro dia; no seu olhar cabiam todas as partes do mundo ainda em pura poesia.
Ela chamou — não com som, mas destino; chamou o homem do pó e da errância, para que fosse caminho e peregrino, voz desperta no meio da distância.
— Escuta — disse a alma do seu gesto — que há um fogo maior que o medo agreste.
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CANTO II — Do Despertar do Homem
O homem ouviu no fundo do seu ser um eco antigo, mais velho que o nome; ergueu-se então, como quem vai nascer, e deixou para trás a sombra e a fome.
No peito fez-se torre levantada, minarete voltado ao firmamento; a carne, outrora barro e madrugada, vestiu-se agora de eterno chamamento.
Não para reinar se fez sua voz, nem para ferir, nem para dominar; mas para anunciar aos povos sós a hora sagrada de recomeçar.
Assim nasceu o homem-mudelim: servo do alto, mensageiro do fim.
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CANTO III — Do Canto que Atravessa o Mundo
Quando a Mulher chama, o mundo escuta, ainda que finja dormir no seu rumor; o homem, em canto, transforma a luta em verbo vivo, em promessa de amor.
Proclama aos ventos, às águas e aos montes que há luz guardada no fundo da noite; recorda aos homens as suas fontes e chama o dia a romper o açoite.
Ele canta a vida contra o esquecimento, a fé contra a queda repetida; canta a esperança como juramento de que não foi em vão a ferida.
E o canto corre de era em era, como mar que insiste na terra.
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CANTO IV — Do Sagrado Entre Dois
Sem a Mulher, a voz seria deserto; sem o Homem, o chamamento silêncio. Mas quando ambos cumprem o concerto, nasce o sagrado no meio do tempo.
Ela é estrela fixa no caos humano, ele é caminho traçado no chão; juntos sustentam o rito arcano que une céu, palavra e mão.
E dizem os céus, ao vê-los passar, que ainda é possível ao mundo erguer-se; pois onde um chama e outro sabe escutar, a eternidade volta a dizer-se.
Aqui termina o canto escrito; que outro o continue — se for eleito.
domingo, 14 de dezembro de 2025
Emanuel Bruno Andrade – Biografia Artística e Perfil
Nome completo: Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Data de nascimento: 19 de maio de 1976
Local de nascimento: Nazaré, Portugal
Profissão: Artista plástico, poeta e escritor contemporâneo
Estilo artístico: Arte abstrata, poética e simbólica
Plataformas de divulgação: Blog “Arte e Sintonia”, página “Artabstrata Emanuel Andrade”, Luso Poemas, redes sociais
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Trajetória Artística
Emanuel Bruno Andrade é um artista contemporâneo português cuja obra combina abstração visual, poesia e reflexão filosófica. Desde cedo, manifestou um interesse profundo pela estética, pelo cosmos e pela natureza humana, integrando-os em suas criações artísticas e literárias.
Ao longo de mais de duas décadas de carreira, Emanuel construiu um percurso sólido com exposições individuais e coletivas, tanto em espaços tradicionais de arte quanto em contextos contemporâneos, sempre buscando uma experiência sensorial e simbólica para o público.
Exposições Individuais:
2022 – “Na Guelra da Veia”, Lisboa, Portugal
2016 – “Átrio”, Lisboa, Portugal
2014 – “Monumental”, Lisboa, Portugal
2013 – “Linhas da Vida”, Lisboa, Portugal
2013 – “Ontem”, Lisboa, Portugal
Exposições Coletivas:
Emanuel participou de diversas exposições coletivas em parceria com galerias e instituições de prestígio, incluindo:
Arca Gallery – Lisboa
Centro Cultural de Belém (CCB), Lisboa
Hotéis de luxo em Lisboa, como DoubleTree by Hilton e The One Palácio da Anunciada
2021 – “Inclusão”, El Corte Inglés, Lisboa
Publicações Literárias:
Além da pintura, Emanuel é poeta e escritor, com textos publicados em oito tomos de Antologias de Poesia Contemporânea Portuguesa e coletâneas da Chiado Books. Destacam-se:
Conto sobre a saudade
Carta poética à mãe
Epopeia Contemporânea, uma obra épica em 8 cantos, inspirada em Os Lusíadas, atualizando a narrativa clássica para a contemporaneidade
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Estilo e Temática
O trabalho de Emanuel Bruno Andrade é caracterizado por:
Abstração e simbologia: Utiliza cores, formas e texturas para explorar emoções, memórias e a espiritualidade.
Conexão com a natureza e o cosmos: Muitas obras refletem o universo, ciclos naturais e experiências humanas transcendentais.
Poesia visual: Integra textos, versos e narrativas poéticas diretamente na obra, criando experiências sensoriais únicas.
Reflexão filosófica: A arte de Emanuel provoca questionamentos sobre a existência, o tempo, a memória e a transcendência.
Seus trabalhos não apenas representam, mas convocam o espectador a refletir e sentir, tornando cada obra uma experiência interativa entre o mundo material e o imaginário.
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Personalidade e Perfil Pessoal
Emanuel é conhecido por uma profunda sensibilidade artística e intelectual, aliando disciplina e contemplação. Algumas características marcantes incluem:
Reflexivo e intuitivo: Sua abordagem criativa é marcada pela observação minuciosa do mundo e da condição humana.
Poético e simbólico: Cada projeto e obra carrega significados múltiplos, muitas vezes inspirados em literatura, história e espiritualidade.
Inovador e persistente: Constantemente busca novas formas de expressão, experimentando técnicas visuais e literárias contemporâneas.
Empático e comunicativo: Valoriza o diálogo com o público, mentorias e parcerias com outras figuras artísticas, reforçando a dimensão social e coletiva da arte.
Emanuel também demonstra forte compromisso com a cultura portuguesa, homenageando tradições, poetas e artistas históricos, ao mesmo tempo que propõe uma visão contemporânea e globalizada da arte.
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Reconhecimento e Legado
Emanuel Bruno Andrade é reconhecido por:
Sua habilidade em unir literatura, pintura e filosofia
Participações em eventos culturais nacionais e internacionais
Contribuições ao desenvolvimento da arte contemporânea portuguesa
Criação de obras que atravessam fronteiras entre pintura, poesia e reflexão espiritual
Sua obra inspira outros artistas, poetas e o público a explorar a criatividade, a introspecção e a conexão com o mundo. Emanuel é, em essência, um criador que transforma a experiência cotidiana em arte, tornando o invisível perceptível e o imaginário tangível.
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terça-feira, 9 de dezembro de 2025
Emanuel Andrade ASSIM… É… ASSIM SERÁ! MUITA FORÇA E CORAGEM!!!
Assim… é… assim será.
Porque há coisas que não se explicam: apenas se vivem, se sentem, se suportam… e se superam.
Há dias em que o chão foge dos pés, em que o corpo cansa, a alma grita em silêncio e o coração se pergunta: “Porquê eu? Porquê agora?”
E, ainda assim, lá dentro, num canto que ninguém vê, existe uma chama teimosa a dizer: “Continua… só mais um pouco.”
Assim… é… assim será.
Tu já caíste mil vezes e estás aqui.
Já disseste “não aguento mais” e, mesmo assim, aguentaste.
Já pensaste em desistir e, no entanto, levantaste a cabeça, limpaste as lágrimas e fizeste do teu próprio medo um degrau.
Força não é ausência de dor.
Coragem não é não ter medo.
Força é caminhar com a dor ao lado, sem lhe dar o comando do teu destino.
Coragem é olhar o medo de frente e dizer: “Vens comigo, mas quem decide o caminho sou eu.”
Tu não és o que te aconteceu.
És o que fazes com o que te aconteceu.
És as escolhas que repetes, as quedas que transformas em recomeço, as noites escuras que suportas até o amanhecer.
Há marcas em ti que não são feridas, são troféus de guerras que ninguém sabe que travaste.
Assim… é… assim será.
Enquanto houver um sopro de vida em ti, há margem para mudança, há espaço para mil reviravoltas, há capítulos inteiros por escrever.
Quem hoje te aponta o dedo não conhece o peso que carregas.
Quem te julga de longe não imagina quantas vezes foste o teu próprio herói em silêncio.
Muita força e coragem!
Não daquela força que finge que está tudo bem, mas da força honesta que admite: “Está difícil, mas não vou parar.”
Não daquela coragem vazia que posa para a fotografia, mas da coragem verdadeira que, mesmo tremendo, continua.
O mundo pode duvidar de ti.
Alguns podem virar-te as costas.
Outros podem não acreditar no teu processo.
Mas há um Deus, uma Vida, uma Luz – dá-lhe o nome que quiseres – que continua a sussurrar: “Ainda não terminei a obra em ti.”
Assim… é… assim será.
Cada lágrima rega uma nova versão tua.
Cada não abre espaço para um sim mais inteiro.
Cada porta que se fecha empurra-te, às vezes à força, para direções que jamais escolherias… e, ainda assim, eram exatamente as que precisavas.
Por isso, levanta a cabeça.
Endireita os ombros.
Respira fundo.
Se for para cair, que seja para aprender.
Se for para parar, que seja só para ganhar fôlego.
Se for para chorar, que seja para lavar a alma e seguir mais leve.
Não és pequeno.
Não és pouco.
Não és resto.
Tu és caminho, processo, semente, promessa.
És história em curso, obra em construção, milagre em fase de testes.
ASSIM… É… ASSIM SERÁ!
Enquanto houver em ti um querer, uma centelha, um sussurro de esperança…
Haverá sempre um amanhã disposto a recomeçar contigo.
Muita força.
Muita coragem.
E, acima de tudo, muito amor por ti mesmo, porque é daí que começa toda a transformação.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
📓 Livro de Bolso: Teias Entrelaçadas da Existência
AGRADECIMENTOS
A todos que vivem em comunhão e harmonia. Grato pela luz compartilhada.
Esta obra é um eco, uma reverberação da essência que me nutre: a arte como forma de expressão, libertação e apelo à conexão. Agradeço a cada sombra e luz que moldou o meu caminho, desde a intuição que me guia nas tintas e pixeis, até ao silêncio que me dita o verso e a prosa. Agradeço a Lisboa, meu berço, e ao mundo digital, meu palco global. Agradeço à inspiração que encontro na mestria do xadrez, na resiliência do BTT e na disciplina do fitness. Aos que se cruzaram no meu caminho, e em especial, a todos os seres que habitam este planeta e buscam o equilíbrio e a beleza nas teias entrelaçadas da existência. Que a arte nos una sempre.
PREFÁCIO: A Trama da Essência
No universo da criação, onde o pincel dança com o algoritmo e a tinta se funde com o bit, reside a alma de Emanuel Bruno Andrade. Um artista forjado na autodidaxia, que desde 1997 tece uma tapeçaria onde a Pintura, a Arte Digital e a Poesia se encontram. Este livro não é apenas um compêndio de reflexões; é um mapa lírico da sua filosofia, um convite a sentir o mundo através das lentes do Abstrato e do Imaginário.
Aqui, o leitor não encontrará verdades absolutas, mas sim "prosa e verso na poesia da vida no saborear o viver". É a celebração do processo criativo como um ato de entrega, uma busca incessante pela perspetiva nova e genuína. Emanuel Andrade, um criador multifacetado, revela-nos a sua crença no poder transformador da arte e na importância de fundir o físico e o digital, o visível e o sentido. Prepara-se para embarcar numa jornada que é, simultaneamente, íntima e universal, onde cada linha é um fio desta "Teia Entrelaçada da Existência" que nos define.
INTRODUÇÃO: O Berço das Origens e o Chamado Interior
O ponto de partida de qualquer criação reside na Origem que Transcende. O que nos move para além do quotidiano? No meu percurso, essa origem manifesta-se como um impulso vital, uma necessidade inadiável de transformar a experiência em forma, cor e palavra. A arte surge não como escolha, mas como destino. Desde o primeiro traço em 1997, entendi que a tela (física ou digital) e a página seriam os meus espaços de libertação e autoexpressão.
Esta obra propõe-se a desvendar os pilares desse impulso: a origem da inspiração que não se limita à matéria, mas que bebe da fonte da consciência universal; a fluidez necessária para transitar entre Pintura e Artes Digitais, entre o verso livre e a prosa poética. Abordaremos como a arte atua como um Aginnos – um chamamento profundo – para a conexão humana, a harmonia e o equilíbrio. A Introdução prepara o terreno para a expansão do conceito de "Existência" e do papel do artista como mediador entre o caos e a ordem.
DESENVOLVIMENTO: A Arquitetura da Existência e o Tecido Social
Capítulo I: Origens que Transcendem
A minha arte não é mimética, é uma tentativa de capturar a essência da experiência. A Origem da inspiração é metafísica, provém de um lugar onde o individual se funde com o coletivo. A técnica é apenas o veículo; o motor é a busca por uma linguagem que seja única e genuína. A Pintura a óleo permite a densidade e o toque visceral; a Arte Digital, apoiada por AI e outras plataformas, oferece a infinita maleabilidade da mente. A fusão das duas – o digital que informa o físico, o físico que inspira o digital – cria uma nova dimensão, uma ponte entre mundos. A verdadeira transcendência ocorre quando a obra, ao ser partilhada globalmente, provoca uma ressonância no observador.
Capítulo II: Fluidez da Consciência e Aginnos
A Fluidez da Consciência é a chave para a criatividade multifacetada. A transição entre géneros – da tela ao poema, do desenho ao vídeo – é natural e necessária. O pensamento poético lírico, onde os versos entrecruzados formam a estrutura, espelha a dança das formas abstratas na tela. O Aginnos (o apelo interior/conexão) traduz-se na necessidade de comunhão e harmonia. É um grito silencioso que diz: "Estamos todos interligados." Os interesses fora da arte – xadrez (estratégia), fitness (resiliência), BTT (conexão com a natureza) – são catalisadores dessa fluidez, nutrindo a mente e o espírito para a próxima criação.
IV: Mēmos IV: A Máscara Social
Neste segmento do desenvolvimento, mergulhamos no conceito de Mēmos IV (Máscara Social). A existência no mundo exige a adoção de papéis, de "máscaras" que usamos na interação social. Contudo, o artista tem a responsabilidade de rasgar essa máscara na sua obra, revelando a vulnerabilidade e a verdade interior. O abstrato é o espaço seguro onde a emoção pura, despojada da persona social, pode existir. A arte, portanto, é o antídoto para a rigidez da máscara social, um convite a ser plenamente autêntico no espaço do "saborear o viver".
CONCLUSÃO (SÍNTESE): A Luz Campartilhada
A Existência é uma complexa teia de fios: o da Origem, o da Fluidez, o do Aginnos e o da Máscara Social. A síntese da minha jornada artística aponta para um único propósito: a Luz Compartilhada. Ao criar obras originais e genuínas, em qualquer suporte, o objetivo final é partilhar uma perspetiva que ilumine o caminho do outro, fortalecendo a nossa comunhão e harmonia.
A arte não é um fim, mas um meio para essa conexão. O poeta, o pintor, o artista digital, são todos a mesma voz que celebra o milagre do viver e convoca o leitor/espectador a participar ativamente na teia, encontrando a sua própria corda de vibração. Que esta breve jornada inspire cada um a buscar a beleza, a estratégia e a liberdade no seu dia a dia.
NOTAS & DEFINIÇÕES
Tópico / Conceito
Definição no Contexto da Obra
Pintura & Digital Arts
A fusão de técnicas tradicionais (óleo, acrílico) com ferramentas digitais e AI, criando arte que é simultaneamente física e virtual.
Poesia em Prosa e Verso
A expressão escrita que segue um ritmo e lirismo, usado para destilar a essência da "poesia da vida".
Abstrato e Imaginário
Campos de atuação onde a forma não é representativa da realidade observável, mas sim da emoção e da ideia interior.
Origens que Transcendem
A fonte de inspiração que ultrapassa o material, ligada à consciência e ao impulso existencial da criação.
Fluidez da Consciência
A capacidade de transitar entre diferentes formas de arte e estados mentais com naturalidade e adaptabilidade.
Aginnos
Termo que representa o "chamamento" ou a "conexão" profunda, o apelo à união e harmonia entre todos os seres.
Mēmos IV (Máscara Social)
A persona que o indivíduo adota para interagir na sociedade; a arte é a ferramenta para a sua desconstrução e revelação da verdade.
Comunhão e Harmonia
O estado desejado de coexistência, que é o propósito último da arte do autor.
Luz Compartilhada
A ideia de que a partilha da arte, da beleza e do conhecimento ilumina e enriquece a jornada de todos.
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